Você me escreve
Me manda uma mensagem contando em poucas linhas o que está acontecendo. Nessa primeira conversa a gente esclarece dúvidas, expectativas e horários disponíveis, antes de você decidir qualquer coisa.
Atendimento individual online na abordagem junguiana. Ansiedade, depressão, relações difíceis e as questões que voltam sempre, mesmo quando a vida por fora parece resolvida.
Resposta rápida pelo WhatsApp.
Não sou o que me acontece, eu sou o que escolho me tornar.
C. G. Jung
Ansiedade que aparece na hora de dormir. Cansaço que não passa com descanso. A mesma discussão que se repete no relacionamento, com outras palavras. A sensação de estar cumprindo tarefas sem saber a favor de quê.
Esses quadros raramente melhoram só porque a pessoa se esforça mais. Eles se organizam em torno de algo que ainda não foi nomeado, e é nisso que a terapia trabalha.
Quanto mais tempo passa, mais o sintoma vira rotina: as escolhas encolhem para o que não dá medo, as relações se ajustam ao que você evita, e o que era desconforto passa a parecer personalidade.
O que era desconforto passa a parecer personalidade.
Atendo adultos e adolescentes em terapia individual. As demandas mais frequentes na minha clínica:
Se a sua questão não está na lista, me escreva. Se eu não atender essa demanda, indico alguém.
Na abordagem junguiana, o material da sessão não é só o que você conta. Análise de sonhos, desenho, imagens recorrentes e materiais lúdicos entram quando ajudam a chegar onde a fala não alcança. Você não precisa saber interpretar nada disso. Esse trabalho é meu.
Não trabalho com um recorte. Sono, trabalho, família, corpo e história entram na mesma conversa, porque é ali que o sintoma se sustenta.
O ponto de chegada não é depender da terapia. É você reconhecer o que se repete e ter o que fazer com isso, com ou sem sessão marcada.
O atendimento é online. Trânsito, mudança de cidade ou viagem de trabalho não cancelam a sessão, e é a continuidade que faz o processo andar.
A psicologia analítica foi desenvolvida por Carl Gustav Jung a partir da ideia de que boa parte do que nos move fica fora do alcance da consciência. Esse conteúdo não é um porão de coisas ruins. É o lado da vida psíquica que ainda não foi reconhecido: afetos que você não admite, capacidades que nunca ocupou, papéis que herdou da família e assumiu sem examinar.
Quando esse material não encontra espaço, ele volta de outra forma. Aparece como ansiedade sem causa clara, como sonho que insiste no mesmo tema, como o padrão de relação que você jura nunca repetir e repete na próxima vez.
O trabalho clínico é dar linguagem a isso. Investigamos os complexos, esses conjuntos de emoção e memória que disparam reações desproporcionais em situações específicas, e observamos como eles operam na sua vida hoje. Sonhos, imagens e desenhos entram como material, ao lado do relato falado.
Jung chamou de individuação esse movimento de se tornar quem você é, incluindo as partes que foram deixadas de fora. Não é um estado que se alcança e termina. É um processo, e a terapia é o lugar onde ele acontece com acompanhamento.
Me formei em Psicologia no Instituto Presbiteriano Mackenzie e sigo em pós-graduação em Psicologia Junguiana no Instituto Freedom. Atendo adultos e adolescentes em terapia individual.
Escolhi a abordagem junguiana porque ela não trata o sintoma como defeito a ser removido. Ela o trata como informação sobre algo que a pessoa ainda não conseguiu integrar, e isso muda o que se faz na sessão.
Na prática, escuto o que você conta e também o que insiste em aparecer: um sonho, uma imagem, a mesma situação de sempre. Não trabalho com receita pronta. O que serve para uma pessoa com ansiedade não serve para a próxima, e o desenho do tratamento se define com você nas primeiras sessões.
O primeiro é uma conversa, não uma sessão.
Me manda uma mensagem contando em poucas linhas o que está acontecendo. Nessa primeira conversa a gente esclarece dúvidas, expectativas e horários disponíveis, antes de você decidir qualquer coisa.
Nos conhecemos. Escuto suas questões e me situo no seu contexto: história, relações, rotina. É aqui que definimos em conjunto o formato do trabalho e a frequência.
Uma sessão por semana, de 50 minutos. Ao longo do processo você passa a reconhecer os padrões que se repetem e a construir formas próprias de lidar com o que aparece.
Uma sessão por semana, de 50 minutos. Em alguns casos combinamos outra frequência, sempre em conjunto.
Passo o valor na primeira conversa por WhatsApp, junto com os horários disponíveis.
Não. Emito recibo de todas as sessões. Com ele você pode pedir reembolso ao plano de saúde, se o contrato prevê, e declarar o valor no imposto de renda.
Apenas online, por videochamada. Atendo pessoas em qualquer cidade do Brasil.
Não. Atendo adolescentes e adultos.
Sim. Para menores de 18 anos, o atendimento começa com uma conversa com os responsáveis. O conteúdo das sessões do adolescente segue protegido por sigilo profissional, com as mesmas exceções.
Depende da demanda, e não tenho como prometer prazo. Ao longo do processo, reviso com você o que já mudou e o que ainda está em aberto, para que a decisão de continuar seja informada.
Acontece, e não é problema. Se depois das primeiras sessões o encaixe não estiver bom, eu digo isso com clareza e indico colegas. Terapia depende de vínculo, e vínculo não se força.
Sim. O sigilo profissional é obrigação prevista no Código de Ética do CFP, com poucas exceções previstas em lei, como risco de vida.
A primeira conversa serve para você entender como funciona e decidir com informação, sem compromisso de continuar.
Ou me chame no WhatsApp: (11) 98836-6412